Vivemos uma nova concepção de mundo, onde o consumismo exagerado e o lucro a qualquer custo já não encontram muitos adeptos na economia global. Inseridos em um mundo onde problemas sociais e ambientais aumentam de forma crescente, uma nova economia se faz necessária.

A economia colaborativa tem sido considerada a principal tendência econômica do século 21 — fenômeno iniciado em 2009 e que já possui imensurável alcance em todo o mundo ao conectar a força da colaboração ao crescente desenvolvimento da tecnologia.

Ligada ao conceito do não desperdício está também a alimentação sustentável, que, além de trazer benefícios à saúde, carrega consigo benefícios sociais, econômicos e ambientais. E como seria a união de concepções tão importantes e urgentes para o mundo moderno?

Neste post, vamos mostrar a relação entre ambos e como juntos eles podem reduzir o desperdício e melhorar a imagem das empresas que adotam esta postura perante a sociedade e colaboradores.

O que é a Economia colaborativa?

Conforme estudo do IE Business School e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Brasil é o líder na América Latina em iniciativas alternativas de consumo. E a economia colaborativa propõe aumentar a eficiência no uso de bens e recursos naturais por meio da colaboração.

Com ela muitas empresas vêm surgindo e algumas deixaram de existir. Por isso é imprescindível aproveitar as oportunidades oferecidas por esse novo conceito de economia colaborativa.

E a alimentação sustentável, como participa desta economia?

Simples, pela redução do desperdício de alimentos. A prática da alimentação sustentável atenta para a produção, escolha e preparo dos alimentos. Dessa forma, tudo é feito de forma que equilibre o uso dos recursos naturais, beneficie a saúde e contente o paladar do consumidor.

Depois de conceituar economia colaborativa e alimentação sustentável, vamos ver sua relação e as vantagens em incorporar esses conceitos na sua empresa.

Qual a relação e vantagens entre a economia colaborativa e alimentação sustentável?

Os mercados alternativos oferecem a possibilidade de criação de conexões sociais. Elevam os consumidores e comunidades a uma posição mais saudável. Elas promovem mudanças das práticas voltadas exclusivamente para a noção de uso individual para as atividades de consumo coletivo e na partilha.

E as empresas como podem fazer parte?

Para que os dois conceitos sejam integrados, as empresas podem repensar seus modelos de negócios. Mantendo a corporação no núcleo, mas convertendo-se em prestadoras de serviços ou mesmo fomentadoras de mercado e para quem atua com tecnologia, podem ser provedoras de plataformas.

Assim, com foco no desenvolvimento sustentável, as empresas operam na elaboração de regras compartilhadas, comportamentos e estruturas sociais, Aumentando assim seu capital social e integrando estratégias mais participativas.

A tendência da economia colaborativa está no acesso ao bem e não na sua posse. É uma forma de agregar valor gerando retorno e aumento da maturidade. Logo, exigem investimentos que resultam em benefícios. E a área da alimentação é uma das principais iniciativas.

Em muitas cidades, surgem restaurantes e cozinhas coletivas, que disponibilizam equipamentos e espaço onde são preparadas e vendidas refeições. Outra variação são as plataformas que promovem a alimentação saudável e a agricultura conectando  pessoas que buscam doar ou trocar alimentos.

No Brasil, a economia colaborativa tende a ser vantajosa pois o contingente de autônomos no mercado de trabalho é muito grande. As vantagens de fazer parte ou adaptar-se ao conceito de economia colaborativa podem estar em 3 principais aspectos:

Custos fixos ou baixos

Considere um negócio com uma estrutura financeira bem ajustada, com o número de colaboradores apropriado e com as atividades secundárias terceirizada.

Uso de parcerias

Havendo a possibilidade de dividir a solução faça. Um exemplo são os restaurantes cadastrados em aplicativos.

Foco no relacionamento de longo prazo

Proporcione experiências de consumo ao cliente, pois você terá margens de compartilhamento mais curtas, então foque em relações mais duradouras.

Portanto, seguir caminhos novos requer pensar modelos de negócios e integrar-se. O sucesso das empresas voltadas a economia colaborativa traz um grande aprendizado: suas possibilidades crescem à medida que o seu relacionamento com os clientes muda.

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