Ter um restaurante dentro da empresa traz economia e praticidade. Entretanto, exige planejamento e uma boa gestão de restaurante corporativo para que tudo ocorra da forma correta.

Independentemente do segmento da empresa, os cuidados com a saúde e a alimentação dos funcionários são parte de uma estratégia de sucesso. E o setor de RH tem um papel expressivo na administração desse espaço.

Este artigo traz algumas informações para um gerenciamento efetivo de um restaurante corporativo. Entenda um pouco mais sobre a influência do departamento de recursos humanos, os principais cuidados e ofereça um serviço de qualidade aos colaboradores!

Como o setor de RH colabora com a gestão de restaurante corporativo?

Uma gestão de restaurante corporativo eficiente é fundamental para garantir que uma grande demanda de colaboradores seja atendida com qualidade e conforto.

Gerenciar esse espaço não se resume apenas a ter um local para que essas refeições aconteçam, junto a contratação de cozinheiros ou cozinheiras. Uma cozinha corporativa deve seguir os mesmos requisitos de higiene, segurança e salubridade e demais exigências que qualquer outro restaurante.

É papel do RH investir na efetivação de mão-de-obra qualificada para assumir as funções relacionadas ao funcionamento desse setor. Além disso, oferecer treinamentos para a capacitação e adequação desses indivíduos à cultura organizacional é fundamental para manter o nível de qualidade do serviço e evitar problemas relacionados à fiscalização

Quais são os 12 cuidados essenciais para um restaurante interno?

Manter um restaurante dentro da empresa não é uma tarefa fácil — até para os líderes mais experientes. Em muitos casos, a falta de experiência com a gestão desse espaço pode resultar em desorganização, prejuízos e até insatisfação dos trabalhadores.

Ao se responsabilizar pelo restaurante, um gerente deverá controlar e acompanhar todos os passos envolvidos na produção e oferta das refeições. Entenda abaixo as principais obrigações que são relacionadas com esse trabalho.

1. Gestão e controle

Perder produtos ainda armazenados ou encarar a falta de alimentos antes do prazo calculado são situações indesejadas por qualquer gerente. Embora sejam problemas extremos, ambos podem ocorrer com frequência se houver a falta de um controle eficiente do estoque, por exemplo.

Ao terceirizar o restaurante, você garante a manutenção de um registro diário das ações de entrada e saída de produtos. Também terá a segurança de informações detalhadas, como: data de recebimento e retirada do produto, prazo de validade, quantidade de unidades, valores e, também, o nome do fornecedor.

2. Variedade do cardápio

O fato do restaurante pertencer à empresa não remove a necessidade de oferecer variedade no menu semanal. Obviamente, um cardápio misto pode agradar diferentes gostos, mas esse não deve ser seu principal diferencial. Mais do que sabor, um menu completo é o único capaz de fornecer todos os nutrientes aos seus funcionários.

Então, qual o principal desafio presente nessa etapa? Por não ser o profissional capacitado para elaborar cardápios equilibrados, você terá que contratar um nutricionista para a equipe do restaurante interno. Se precisar de apoio para toda a parte de gestão, o ideal é contar com uma empresa especializada em oferecer essa solução.

3. Capacitação de profissionais

Ainda que pareça uma solução simples e econômica, optar por manter um restaurante com autogestão exige a contratação de profissionais distintos e, consequentemente, investimento no treinamento deles. Nesses casos, é responsabilidade do gerente a tarefa de selecionar bons cozinheiros, ajudantes, atendentes e nutricionista para o restaurante.

Considerando a necessidade de todo esse preparo técnico da equipe, muitos gerentes já preferem contratar empresas terceirizadas para gerirem o restaurante interno. A vantagem é que essa solução já oferece profissionais treinados para a elaboração de refeições — com qualidade de sabor e variedade.

4. Treinamentos

Os treinamentos são parte essencial para o sucesso em qualquer projeto — e o mesmo não ocorre de forma diferente quando o assunto é a excelência do restaurante da empresa. Nesse sentido, alguns aspectos devem ser priorizados.

Destacamos que os treinamentos valem para todos, o que inclui a equipe interna e os funcionários do restaurante. O importante aqui é analisar as particularidades da empresa, como horários, ordenamento dos intervalos e os tipos de refeição que serão servidos durante a jornada de trabalho (café da manhã, almoço ou jantar)

Seguindo essas dicas, o funcionamento do restaurante será sempre organizado e os gestores não vão ter preocupação alguma em qualquer processo. Certamente vale a pena investir nos treinamentos iniciais.

5. Higienização

Quando tratamos de alimentação, não há dúvidas de que um processo deve sempre seguir altos padrões de qualidade — sim, estamos falando da higiene e certificação de qualidade dos produtos.

Tal metodologia de qualidade é tecnicamente chamada de segurança alimentar: um complexo de cuidados e regras que devemos ter em mente sempre que ocorre a manipulação, preparação, armazenamento ou transporte de alimentos para um restaurante corporativo.

A falta desses cuidados pode gerar uma série de transtornos, sobretudo quando falamos sobre a intoxicação alimentar. Segundo dados apurados pela Universidade de São Paulo (USP), esse problema afeta cerca de 13 mil brasileiros todos os anos. Portanto, o restaurante de uma empresa deve buscar sempre padrões de qualidade e oferecer o alimento mais seguro para seus colaboradores.

6. Relacionamento com o cliente

Além da qualidade do alimento e sua higiene, é extremamente importante que o ambiente do restaurante seja harmonioso e possibilite um momento de descanso nos intervalos dos colaboradores.

Pensando nisso, é importante investir em uma equipe que ofereça atendimento de qualidade e que possa seguir uma metodologia de parceria com os gestores da empresa. Dessa forma, é mais uma garantia de que o serviço estará funcionando e sendo benéfico para os funcionários — sem dúvidas, a pausa em um ambiente bem preparado eleva os índices de produtividade e otimiza os resultados da empresa.

7. Segurança do trabalho

Outra grande preocupação dos gestores que compõe essa lista de cuidados a serem tomados no restaurante interno. A segurança do trabalho, nesse contexto, é uma prática que busca evitar diversos tipos de acidente — os funcionários de um restaurante, geralmente, precisam manusear uma série de utensílios/produtos perigosos, como facas, gás de cozinha, óleo quente e outros.

Pensando nisso, o mais importante é garantir que toda a equipe do restaurante seja devidamente especializada e que passe periodicamente pelas instruções de um técnico em segurança do trabalho. Atentando-se para essas questões, dificilmente os gestores serão surpreendidos por algum tipo de acidente.

8. Sistema de gestão

Utilizar um software de gestão pode fazer toda a diferença no gerenciamento do restaurante corporativo.

Esses sistemas registram processos, analisam dados e auxiliam na organização de operações, identificando desperdícios e prejuízos. Com esses resultados, é possível otimizar o serviço oferecido, economizar e evitar o descarte desnecessário de alimentos, etc.

9. Responsabilidade delegada

Uma gestão exageradamente centralizada pode ser um problema em qualquer processo administrativo, e não seria diferente nos restaurantes corporativos.

É preciso que os colaboradores sejam treinados para assumir responsabilidades e lidar com os problemas de maneira autônoma, uma vez que nem sempre o responsável pode estar disponível para resolver alguma eventualidade.

10. Aprendizado de outros idiomas

Grandes corporações geralmente recebem clientes e parceiros estrangeiros. Se esse é o caso da sua empresa, estimule ou forneça aos seus colaboradores a oportunidade de aprender inglês e espanhol, para que possam se comunicar e atender esse público com excelência.

A prática pode, inclusive, auxiliar outras medidas relacionadas ao comportamento de um RH estratégico. Firmar parcerias com uma escola de idiomas local ou até mesmo um professor particular configura como um benefício e promove a atração e retenção de talentos.

11. Espírito de equipe

Quem se responsabiliza pela gestão de restaurante corporativo deve estar atento ao desenvolvimento da integração entre os colaboradores que atuam no setor, para que possam prestar um trabalho em equipe mais efetivo.

Reuniões, confraternizações e encontros participativos ajudam a reforçar a importância de um time harmônico e engajado, transmitindo valores pautados na colaboração, empatia e ética, entre outros praticados pela empresa.

12. Atualização sobre o setor

A rotina de gestão de um restaurante corporativo é intensa e, a falta de cuidado com alguns elementos podem gerar uma dor de cabeça imensa relacionada às questões de fiscalização.

Nesse contexto, é extremamente importante que os responsáveis pela administração desse espaço busquem constantes atualizações a respeito das mudanças na legislação, além de tendências e técnicas em gestão de restaurantes.

Caso não seja possível realizar cursos específicos sobre esse assunto, manter uma rotina de pesquisa e leitura sobre a gestão e normas para manutenção de um restaurante corporativo já conta muito na hora de se informar.

O que avaliar quando contratar uma empresa terceirizada?

Uma boa empresa oferece soluções completas em alimentação corporativa — sem deixar de lado a qualidade da gestão. Ao contar com esse tipo de trabalho, sua empresa poderá diminuir custos com treinamento de pessoas e agilizar processos.

Adicionalmente, contratar uma empresa terceirizada é mais uma garantia de que todos os processos descritos anteriormente serão acompanhados de perto por especialistas em gestão desse tipo de atividade.

Para que você compreenda melhor como não errar na contratação de um parceiro, preparamos uma lista com alguns dos principais pontos a serem considerados. Veja o que você deve avaliar na escolha:

Carteira de clientes atuais

Peça para a empresa referências dos clientes que já contrataram os serviços. A partir dessas informações, você avalia questões como a qualidade e o compromisso da marca com os trabalhos prestados.

Capacidade de atendimento

Mesmo gostando das avaliações, certifique-se de que a empresa selecionada tem condições de atender a demanda do seu restaurante interno. Para obter dados precisos, informe a quantidade exata de funcionários e os tipos de refeições necessárias, além da quantidade diária que devem ser servidas.

Qualidade e variedade de pratos

Como já afirmado, a qualidade e variedade do cardápio são condições determinantes para a contratação de um parceiro. Sendo assim, pergunte sobre as possibilidades de pratos e refeições existentes — e analise cada opção apresentada.

Contornar os desafios na gestão de restaurante corporativo sempre será possível com informação, preparo e acompanhamento profissional. Valorize esses recursos pelos seus funcionários e pela empresa.

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